"Travessia das gargantas do Todra em toda a sua extensão - 150 km - sendo que a "estrada", era definida como "chemin carrousable" (depois de passar por lá a minha definição é rigorosamente a oposta, mas era o que estava escrito nas indicações viáras). Valeu por o que se avistava no fundo do vale, kasbahs vermelhos, vales profundos como palmeiras de copa verde vibrante, oueds ressequidos, mas belos, até que finalmente se chegou a Goulmima.
De Goulmima direto a Merzoga, pelo meio paragem (bivouac) no kasbah Tomboctou. Houve um convite para jantar de uma família de touaregs, com sessão musical providenciada ao som de tam-tams, gnawas e uma bailarina de com véus - morena, de olhas verdes, parecia um leopardo a rondar. De manhã cedo, partida para o Grande Erg Chebbi. O Erg é algo de fantástico. Tanto na sua amplitude como nas várias tonalidades que a areia apresenta. As duna vermelhas são algo não se descreve. Só memso quem observa."
De Goulmima direto a Merzoga, pelo meio paragem (bivouac) no kasbah Tomboctou. Houve um convite para jantar de uma família de touaregs, com sessão musical providenciada ao som de tam-tams, gnawas e uma bailarina de com véus - morena, de olhas verdes, parecia um leopardo a rondar. De manhã cedo, partida para o Grande Erg Chebbi. O Erg é algo de fantástico. Tanto na sua amplitude como nas várias tonalidades que a areia apresenta. As duna vermelhas são algo não se descreve. Só memso quem observa."





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